• Celma Maciel

A AUTOESTIMA DO SEU FILHO

Autoestima se refere ao quanto gostamos de nós mesmos, ela pode ser negativa ou positiva.


O quanto confiamos em nossa capacidade de realização de nossos objetivos, o valor que dispensamos ao nosso corpo, personalidade e  crenças, e a imagem que possuímos de nós mesmos - a nossa  autoconfiança e auto respeito e  autoimagem, determinam se nossa auto estima é positiva alta ou baixa.


A estima de uma pessoa é construída desde os primórdios de sua existência. 


Conforme foi a aceitação da gravidez, a atenção e cuidados recebidos desde o nascimento, as palavras ouvidas, enfim, tudo o que é vivido pela criança, somado a carga genética e hereditária.


Tudo isso, são como os tijolinhos para a construção da autoestima de uma pessoa.


As vivências ao longo da vida, os elogios, críticas, as experiências boas e ruins, as dificuldades, etc, somando a visão que temos dessas vivências, são importantes para nosso amor próprio.


Infelizmente, o sentimento de inferioridade existe e tem lugar garantido em todas as pessoas, em algum aspecto da vida.


A importância e a proporção ocupada por este sentimento resulta a qualidade da autoestima.


Os pais são os responsáveis pelas primeiras impressões de autoestima em seus filhos, os professores, amigos e pessoas que convivem com a criança também contribuem para a construção do amor próprio.


A forma como usam sua autoridade, o envolvimento com a vida e problemas dos filhos, a superproteção ou liberdade dispensada à criança, a forma como elogia, toca, acaricia e dedica, influencia na qualidade da auto apreciação.


A maneira que os pais tratam os sucessos e fracassos dos pequenos é de extrema importância para que eles possuam confiança e valor próprios.


As crianças precisam sentir que possuem apoio, amparo e motivação das pessoas que ama.


As críticas frequentes, punições severas depreciam a pessoa.


Por outro lado, os elogios vazios de sinceridade, a falta de disciplina e ausência dos pais contribuem para o sentimento de menos valia de uma pessoa. 


Os filhos também precisam da segurança de que pertencem a uma família que se manterá unida independente de das circunstâncias e acontecimentos.


As crianças devem se sentir aceitas, valorizadas.


Devem ter a certeza de que existem pessoas que se preocupam com eles e com suas ações e comportamentos.


Necessitam de regras, de limites, de correções e orientações para se sentirem amados.


A qualidade do tempo que oferecemos aos nossos filhos definirá o que ele será no futuro.


Dedique tempo para conversar e brincar com ele, mesmo que neste tempo você fique apenas por perto fazendo companhia, assistindo juntos um filme que ele goste, ou mesmo somente vendo-o brincar.


Durante as refeições aproveite o tempo para saber como foi o dia, o que fizeram, saber sobre seus amigos, interessar pela vida de seu filho.

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